Confira os produtos Black Friday mais vendidos em 2025

Tempo de Leitura: 4 minutos
Black Friday mais vendidos

Sumário

Todo ano é comum chegar novembro e a gente querer acompanhar os resultados, analisar o comportamento do cliente e identificar os produtos mais vendidos na Black Friday.  

A Black Friday já não é apenas uma sexta-feira de descontos. É um grande evento de consumo que movimenta diferentes setores do varejo. E, a cada ano, ela vem se transformando em uma oportunidade de ouro não só para as gigantes do e-commerce, mas também para os médios e pequenos lojistas que sabem como se conectar ao cliente. 

Por isso, no artigo de hoje te convidamos para uma análise profunda do que funcionou, as principais práticas de venda para a data e, principalmente, os produtos mais vendidos na Black Friday. 

Os ensinamentos da Black Friday 2024 

Antes de falarmos sobre os produtos mais vendidos da Black Friday, vamos contextualizar o cenário de vendas da última campanha. Afinal, não tem filtro melhor para planejar uma nova campanha, analisando a anterior, não é mesmo? 

No ano passado, as vendas da Black Friday registraram um crescimento expressivo de 16,1% em comparação ao ano anterior, conforme o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA).  

O maior avanço foi no comércio físico, que subiu 17,1%, enquanto o e-commerce teve aumento de 8,9%. O levantamento comparou os resultados do dia 29 de novembro de 2024 com os de 24 de novembro de 2023, revelando que o consumo presencial voltou a ganhar força no período. 

Entre os segmentos, os que mais se destacaram foram Supermercados e Hipermercados, com alta de 26,2%, seguidos por Drogarias e Farmácias (+21,7%), Vestuário (+18,2%) e Alimentação (+17,0%).  

Já setores tradicionais da data, como Móveis e Eletrodomésticos, cresceram 7,9%. Já no e-commerce, a CNN Money divulgou que entre as categorias com maior participação de mercado estão: 

  • Eletrodomésticos: 16,6% de participação; crescimento frente a 2023 
  • Eletrônicos: 11,6% de participação; leve queda ou estabilidade 
  • Telefonia: 9,9% de participação; queda em relação ao ano anterior 
  • Moda e acessórios: 7,2% de participação; aumento discreto ano a ano 
  • Ar e ventilação: 6,5% de participação; crescimento expressivo em 2024 
  • Beleza e perfumaria: 5,7% de participação; aumento relevante de interesse 
  • Móveis: entre 5,5% e 5,6% de participação; crescimento registrado 

Produtos mais vendidos na Black Friday 

Considerando as pesquisas de interesse, sites de ofertas e marketplaces, é possível a gente mensurar uma lista coringa de produtos mais vendidos na Black Friday.  

Além disso, algumas listas de “produtos mais procurados” dão pistas diretas. Por exemplo, uma matéria da PEGN lista como muito desejados os modelos de smarthone como iPhones, Samsung Galaxy, consoles de PlayStation 5 Slim e até ar-condicionado split. 

Outra pesquisa do Mercado Livre mostrou que os itens mais desejados pelos usuários são eletrodomésticos, casa e decoração, eletrônicos.  

Com base nos dados reais que temos até agora e as tendências de buscas e interesse, preparamos uma projeção dos produtos mais vendidos na Black Friday no Brasil. As apostas fortes são: 

Insights para os produtos mais vendidos da Black Friday 

O que os consumidores realmente valorizam? Onde os lojistas precisam direcionar a atenção dos clientes? Para responder a essas perguntas, pensamos em alguns insights estratégicos para dar ainda mais visibilidade aos produtos mais vendidos da Black Friday. 

A primeira coisa é ter em mente que descontos reais e clareza nas ofertas são inegociáveis. O consumidor está mais atento, compara preços com facilidade e identifica rapidamente quando uma “super promoção” não é, de fato, competitiva. Isso significa que campanhas sem transparência têm grandes chances de cair no descrédito e perder relevância. 

Vale destacar que há categorias em ascensão fora dos tradicionais gigantes do varejo. Setores como ar e ventilação, móveis, beleza, perfumaria, automotivo e até esporte e lazer vêm crescendo mais rápido do que segmentos clássicos de ticket alto, como telefonia e informática.

Isso abre espaço para os lojistas explorarem nichos menos concorridos e criarem ofertas diferenciadas que dialoguem com o interesse real do consumidor. 

Outro ponto é que a antecipação já virou regra. O chamado Black November consolidou-se como parte da estratégia das lojas, com boa parte do faturamento acontecendo antes da sexta-feira oficial. Quem se antecipa, divulga os produtos mais cedo e dá espaço para o cliente planejar o pagamento. 

A presença multicanal é um diferencial competitivo. Quando a presença digital conta com ofertas personalizadas, as chances de conquistar o cliente se multiplicam. Destaque os produtos mais vendidos da Black Friday nas redes sociais da loja! 

Nos meios de pagamento, a diversidade é crucial. O cartão de crédito ainda é dominante, mas o Pix vem crescendo justamente por oferecer praticidade, recebimento imediato e a possibilidade de quitar compras sem juros. Para o cliente, boas condições de parcelamento, logística eficiente e frete justo são fatores decisivos. 

Por falar nisso, se antes o Pix no varejo, agora não há mais. Ele já se consolidou como o meio de pagamento preferido do brasileiro, ultrapassando inclusive os cartões em diversas categorias de compra. Então, aposte no sistema para faturar na próxima Black Friday! 

Experiência como centro de tudo! 

E mais do que contar com um mix completo de produtos mais vendidos da Black Friday, se tem algo que ficou claro nas últimas edições da Black Friday, com base no comportamento do consumidor, é que a experiência pesa mais do que o preço em muitas situações.  

A recompra mostrou que quando o cliente se sente bem atendido, ele volta. E não se trata apenas de sorrir na hora da venda, mas de criar uma jornada coerente com facilidade na busca, clareza nas informações, logística rápida e, acima de tudo, transparência em cada etapa. 

Em 2024, levantamentos mostraram que mais de 70% dos consumidores brasileiros consideram abandonar uma compra se o atendimento digital for demorado ou confuso.  

Isso prova que não importa se o canal é físico ou online. O que manda é a sensação de confiança, a experiência de compra do cliente. Quem entende isso já sai na frente. 

Boas vendas e até a próxima!

  • Conteúdo desenvolvido pela Universidade Martins do Varejo – UMV.

Posts Relacionados
Segmentos
Newsletter

Se inscreva para receber todas as novidades!

Rolar para cima