A produtividade das lojas e a da mão de obra têm sido levadas mais a sério pelos empresários do comércio. Uma pesquisa apontou que aqueles que souberem mais sobre os seus clientes e como gerir a operação serão mais eficientes e até mais bem vistas pelos consumidores brasileiros.

A melhor visibilidade é um dos pontos que têm feito as maiores do mercado se tornarem referência e modelo a ser “copiado” pelos concorrentes, como aponta a pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar), em parceria com a PWC e com a Epistemics (com patrocínio da Oracle).

O estudo listou as 120 maiores empresas do varejo brasileiro, além das melhores práticas em eficiência e imagem perante o consumidor. Ainda segundo o Ibevar, 53% das empresas do ranking são multicanal; 46% multiformatos e 43% multibandeiras. “O varejo é uma atividade de ligação entre o fornecedor e o consumidor. Quem conseguir entender melhor o cliente, o hábito de compra e as necessidades dele torna-se mais produtivo e eficiente”, afirmou o presidente do Ibevar, Claudio Felisoni.

Segundo o especialista, além de ter vendas mais significativas, as empresas consideradas eficientes e que estão no ranking têm conseguido obter maior facilidade em gerir seus estoques, adequar o sortimento das operações e, por consequência, ampliar o seu faturamento. “Mesmo com a ligeira queda do consumo no ano passado, que passou de 62,6% de importância no PIB em 2013, para 59,8% no ano passado, ser eficiente ajuda as varejistas a conseguir crescer o faturamento mesmo com a chegada da crise em 2014″, explicou Felisoni.

Segundo o especialista, além de ter vendas mais significativas, as empresas consideradas eficientes e que estão no ranking têm conseguido obter maior facilidade em gerir seus estoques, adequar o sortimento das operações e, por consequência, ampliar o seu faturamento. “Mesmo com a ligeira queda do consumo no ano passado, que passou de 62,6% de importância no PIB em 2013, para 59,8% no ano passado, ser eficiente ajuda as varejistas a conseguir crescer o faturamento mesmo com a chegada da crise em 2014″, explicou Felisoni.

Fonte: Jornal DCI

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