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Quais formas de pagamento oferecer para reduzir inadimplência durante a Covid-19?

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Tão importante quanto manter um bom fluxo de vendas, é ter a garantia que seu cliente vai pagar. Em tempos de COVID-19, a crise pode fazer crescer o índice de inadimplência e uma boa forma de evitar esse cenário é oferecer diferentes formas de pagamento para os clientes.

 

A taxa de inadimplência é contabilizada a partir dos pagamentos não quitados depois de 90 dias da compra. Como ainda estamos no segundo mês da pandemia, dá tempo de pensar em estratégias para facilitar a vida de quem pode passar por uma situação financeira delicada, preservando a saúde financeira da loja também.

Segundo o Banco Central, uma taxa de inadimplência de até 5% é considerada aceitável, podendo variar de acordo com o segmento. É importante se manter atento, porque quando seu cliente se endivida, você corre o risco de se endividar também.

É possível evitar, ou controlar esse cenário, começando pelas formas de pagamento. Não entendeu o que uma coisa tem a ver com a outra? Então continue a leitura aqui comigo!

Mulher aproximando cartão da máquina de pagamento em balcão de loja

COVID-19: Quais formas de pagamento oferecer para reduzir inadimplência?

Há quem acredite que incentivar o cliente a pagar à vista é sempre o melhor caminho para evitar a inadimplência. Essa estratégia pode até ser eficiente, mas a COVID-19 está obrigando o comércio a se reinventar.

Em um momento de crise, uma loja parceira é aquela capaz de oferecer a flexibilidade que o cliente precisa, até mesmo nas formas de pagamento. Isso também faz parte da experiência de compra!

Além do risco de inadimplência, é importante pensar nos novos protocolos da COVID-19. A OMS recomenda que, sempre que possível, os pagamentos em dinheiro devem ser substituídos por alternativas de menor contato, já que o coronavírus pode ser transmitido por meio das notas.

Pensando nisso, preparei uma lista com formas de pagamento que dispensam o dinheiro vivo e ainda trazem mais garantia para sua empresa. Vamos lá?

Pagamento por aproximação

Dentre todos os tipos, a modalidade por aproximação foi a que mais cresceu no Brasil desde o início da pandemia. A tecnologia contactless, que funciona por um chip de radiofrequência, possibilita que o pagamento seja feito sem que o operador do caixa precise manusear os objetos, basta aproximá-los da máquina.

Assim é possível manter o distanciamento social, essencial no combate à COVID-19. A alternativa é ideal tanto para os caixas da loja física quanto para os serviços de entrega, mais higiênica e também segura contra fraudes.

Além do tradicional cartão de crédito ou débito, a tecnologia contactless oferece formas de pagamento pelo celular e outros dispositivos, como smartwatch. Os serviços mais populares no mercado são o PicPay, Mercado Pago, PagBank, Apple Pay, Google Pay e Samsung Pay.

Smartphone sobre a palma da mão de uma pessoa. Na tela, a interface do Google Pay com um desenho de cartão de crédito.

QR Code

O QR Code também está na lista das formas de pagamento que existiam há alguns anos, mas só se popularizaram graças à COVID-19. Trata-se de um código de barras bidimensional que pode ser lido por qualquer dispositivo que tenha uma câmera e esteja conectado à internet.

Para adotar essa modalidade de pagamento, é preciso ter uma máquina de cartão capaz de gerar os códigos. Outra opção é usar serviços como PayPal, PicPay e similares, que também possuem essa função. A vantagem do QR Code é que ele pode ser usado também nas compras feitas online, com mais praticidade e segurança para o cliente.

Fala, Mart!
Você também pode usar o QR Code como passaporte para promoções na loja, enviado por email ou pelas mídias sociais. Além de oferecer diferentes formas de pagamento, nada como preços bem atrativos para fugir da inadimplência!

Boleto bancário

Homem de costas usando notebook apoiado sobre mesa de madeira junto com porta lápis e vasos de plantas.

Quem disse que o analógico não tem mais espaço no comércio? O boleto bancário é uma das formas de pagamento mais tradicionais do varejo, e pode te ajudar a atrair aqueles clientes pouco familiarizados com pagamentos virtuais.

Para evitar a inadimplência, deixe claro que o cliente só receberá a compra depois que efetuar o pagamento. Para não comprometer o estoque, mantenha um controle rígido dessas transações pendentes e segure a mercadoria até o prazo de vencimento do boleto.

Apesar desse prazo, o boleto bancário ainda é uma das formas de pagamento à vista, e por isso muitas lojas oferecem uma porcentagem de desconto para quem selecionar a modalidade.

Transferência bancária

Para quem está começando agora a vender pela internet por conta da COVID-19 e está pouco familiarizado com as formas de pagamento mais tecnológicas, a transferência bancária pode ser uma solução, já que você só precisa de uma conta ativa. Para ter direito ao produto, o cliente precisa efetuar o pagamento e enviar o comprovante.

Nesse caso, você também recebe o dinheiro assim que o pagamento for aprovado, mas é importante ficar atento aos clientes que esquecem ou desistem da compra sem avisar, o que pode fazer com que você comprometa outras vendas em potencial.

Como essa ferramenta não é pensada para compras online, sem automatização ou garantias de segurança específicas, todo o controle fica por sua conta. Portanto, é importante registrar todas as etapas e se manter sempre atento estoque.

Agora que você chegou até aqui, saiba que ampliar as formas de pagamento é uma alternativa tanto para grandes quanto pequenos varejistas, viu? O Martins.com.br, por exemplo, agora além de receber por boleto bancário, cartões Visa e Master, está oferecendo novas opções como: Elo, Amex, Hipercard e Diners Club International.

Independente das formas de pagamento que você escolha, estou aqui para te ajudar a atravessar esse período desafiador. Confira outros conteúdos especiais e saiba tudo sobre o impacto da COVID-19 no varejo!