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homem aplicando repelente na mão

Inseticidas e Repelentes: temporada segue em alta no verão mesmo na pandemia

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Já estamos na estação mais quente do ano, o verão. Mesmo com os holofotes voltados para a pandemia de Covid-19, você precisa manter o seu tradicional foco na venda de inseticidas e repelentes. A combinação de sol e chuva favorece a proliferação de pragas e insetos e, consequentemente, de doenças como dengue, zika, chikungunya e febre amarela.

Uma das boas práticas de prevenção contra essas doenças é o uso de inseticidas e repelentes. A preocupação com a saúde faz crescer a procura por esses produtos, que representam 60% das vendas ou mais, de janeiro até março.

Temos mais um indicador que deve impactar positivamente nas vendas de inseticidas e repelentes neste verão. É o fenômeno chamado La Niña, que causa mudanças meteorológicas, com chuvas acima da média. De acordo com dados da Nielsen, esse mesmo fenômeno, em 2016, contribuiu para o boom nas vendas de repelentes por conta das temperaturas mais baixas. Ou seja, há grandes chances de as vendas seguirem o mesmo ritmo.

Além do fator verão, que faz girar ainda mais esses itens no varejo, outro motivo para você investir nesses produtos é a sua margem de lucro, que gira em torno de 35% a 40%.

Bom, citamos acima três motivos para você trabalhar essa sazão na sua loja. Apesar da preocupação em relação à Covid-19, vale a pena divulgar esses produtos, até mesmo para evitar a proliferação de outras doenças.

Mas, antes de avançarmos sobre o tema, reforçamos que o Martins conta com um mix completo de inseticidas e repelentes nas versões aerossol, elétrico, espiral, líquido, isca e repelente para qualquer tipo de uso, até mesmo rural. Ter essa variedade de itens torna a experiência do cliente perfeita, já que ele encontrará na sua loja tudo o que procura.

Como fazer exposição de inseticidas e repelentes?

Apesar da temporada seguir até março nas principais regiões do país, janeiro costuma ser o mês mais relevante para as vendas de inseticidas e repelentes.

Mas isso não significa que ao fim de março você não precisa ter esses produtos nas gôndolas. A procura cai um pouco, mas a oferta tem que ser mantida para atender o cliente em qualquer época do ano.

Além disso, há regiões no Brasil, como Norte e Nordeste, onde a venda acontece de janeiro a janeiro.

Para chamar a atenção do público para os produtos de inseticidas e repelentes, a exposição é o grande diferencial para o sucesso nas vendas. Vamos às dicas:

7 dicas para vender mais inseticidas e repelentes

  • A linha inseticida tem que estar exposta juntamente com os produtos de limpeza do dia a dia;

  • Recomenda-se agrupar os inseticidas de acordo com os insetos que combatem e com a ação de cada produto: repelir (elétricos), prevenir (iscas) e matar (aerossol e líquido);

  • A linha de repelente também pode ser exposta junto à linha de cuidados com o sol, com os protetores solares. É o que chamamos de cross merchandising: técnica que tem por finalidade cruzar os produtos no ponto de venda que tenham entre si relação direta de consumo, destacando-os entre os demais. Essa técnica serve para lembrar o consumidor do produto quando estiver comprando outro item;

  • Exposição casada de repelentes com hidratantes e desodorantes também gera bons resultados;

  • A linha de repelentes para crianças pode ser exposta juntamente com a linha de cuidados pessoais infantis, como loção, shampoo e sabonete infantil;

  • Monte exposições atrativas, que causem bom impacto visual, mas sem exageros. Nada de poluição;

  • Por conta da sazonalidade, abra mais espaços nas gôndolas e pontos extras.
Banner de divulgação Martins: um comerciante abrindo a porta de entrada do estabelecimento. Ao lado, texto: quero me cadastrar.

Mapeando seu ponto de venda

Já pensou nos espaços dentro da sua loja que podem ser explorados para vender inseticidas e repelentes? Alguns são ideias para essa sazonalidade, e outros devem ser riscados do seu planejamento.

  • Ponto Quente: corredores centrais e pontas de gôndola. Esses dois exemplos devem ser usados para explorar ainda mais os inseticidas e repelentes, já que chamam atenção do consumidor que está circulando pela loja;

  • Ponto fixo ou permanente: local onde, normalmente, os produtos já ficam expostos durante o ano todo;

  • Ponto frio: fundo de loja e locais escondidos. Esses precisam ser evitados, já que apresenta baixa circulação de pessoas;

  • Ponto Promocional: local onde os produtos são expostos com vantagens para os consumidores, como redução de preços ou lançamentos de novos produtos.

A dica então é focar nos pontos quente e promocional para explodir nas vendas. Lembre-se de fazer demonstração de produtos na loja. Isso acaba chamando a atenção dos consumidores.

Fuja dos erros

Os exemplos abaixo são frequentes no varejo. Fique atento para não cometer esses deslizes, ainda mais no período de temporada:

  • Produtos sem preço;
  • Embalagens rasgadas;
  • Produtos desorganizados, de ponta-cabeça e com a frente principal de rotulagem para trás;
  • Displays fechados.

O papel de cada um

Tudo bem que você conhece muito bem qual é o papel do inseticida e qual é o do repelente, mas seu cliente pode ter dúvidas sobre essas questões.

A nossa sugestão é que você compartilhe as informações abaixo com os seus funcionários, pois caso sejam perguntados sobre os produtos eles saberão responder e, consequentemente, vender.

Inseticida

Função: exterminar, ou seja, matar os insetos do ambiente, como mosquitos, baratas, formigas e atordoar insetos maiores encontrados, como besouros, por exemplo. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o produto também é indicado no combate ao Aedes aegypti.

Como é vendido: em embalagens como aerossol ou spray. Deve conter o número de registro da Anvisa na embalagem.

Utilização: a aplicação deve ser feita nos locais onde o mosquito e outros insetos têm o hábito de se esconder. É importante deixar as janelas e portas abertas enquanto o produto age. Além disso, sempre respeitar as instruções de uso e tempo recomendado pelo fabricante.

Repelentes

Função: apenas afasta os mosquitos do ambiente e das partes do corpo expostas (no caso do produto de uso tópico).

Como é vendido: em líquidos, pastilhas para aparelhos elétricos e espirais. Também deve conter o número de registro da Anvisa na embalagem.

Utilização:

  1. aparelhos elétricos ou espirais: não são recomendados para locais com pouca ventilação. Podem ser utilizados em qualquer ambiente da casa, mas são necessários, no mínimo, 2 metros de distância das pessoas;

  2. de uso tópico: deve ser aplicado de forma homogênea sobre toda a pele exposta e também pode ser passado sobre a roupa. No rosto, deve ser borrifado primeiro na mão e depois espalhar, evite contato nos olhos e boca. Precisa ser reaplicado de acordo com as instruções do fabricante e sempre após o protetor solar.

Uso de repelentes em crianças e gestantes

repelente aplicado em criança

Falamos acima que uma das formas de prevenção contra as infecções transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, como dengue, chikungunya e zika, é o uso de repelentes. De acordo com a Anvisa, não há qualquer impedimento para a utilização destes produtos por mulheres grávidas e crianças, desde que estejam devidamente registrados na Agência e que sejam seguidas as instruções de uso descritas no rótulo de cada produto.

Em 2015, o país viveu um surto do vírus zika, atingindo muitas grávidas e, consequentemente, seus bebês que nasceram com microcefalia. O uso de repelentes em grávidas sempre foi recomendado. Mas após essa epidemia ficou ainda mais evidente a importância desses produtos como forma de proteção. Esses repelentes devem conter DEET (diethyltoluamide) ou IR 3535 ou Icaridina, que são os princípios ativos mais comuns em repelentes.

As crianças também devem usar repelentes e as orientações são:

  • Bebês menores de 6 meses não devem utilizar repelentes;
  • A partir de seis meses: repelentes à base de IR3535;
  • Acima de 2 anos: repelentes à base de DEET (em concentração máxima de 10%) e Icaridina (em concentração de 25%).

E para fechar o assunto de hoje, reforçamos que nem sempre o consumidor está tão preocupado com o preço na hora das compras.

Esse é um exemplo bem típico dos inseticidas e repelentes. Para entender o motivo do preço não ser tão importante para o cliente, conheça as etapas de compras desses produtos:

  • A primeira é quando ele decide comprar;
  • Em seguida, o inseto que ele quer combater, como baratas, formigas, mosquitos;
  • Em terceiro lugar, ele escolhe a forma como quer combater essas pragas. Ou seja, se quer espantar o inseto ou expelir;
  • Logo após, o tipo do produto. Se é um inseticida líquido ou aerossol, por exemplo; ou se é um repelente;
  • Na sequência da decisão de compras vem a marca;
  • Por fim, o preço.

O verão está aí, as oportunidades também. Conte com o Martins para completar e até mesmo renovar seu mix de inseticidas e repelentes!