Home Destaque Como vender mais na loja de conveniência?
Cashier Monica Betts helps a customer inside a new Walmart convenience store on Wednesday, Feb. 8, 2017 on FM 1187 in Crowley, Texas. (Ashley Landis/The Dallas Morning News/TNS) NO MAGAZINE SALES MANDATORY CREDIT; NO SALES; INTERNET USE BY TNS CONTRIBUTORS ONLY

Como vender mais na loja de conveniência?

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Para vender mais na conveniência, é preciso conhecer bem o seu público-alvo e proporcionar uma experiência de compra eficiente que justifique o nome desse tipo de estabelecimento.

 

A loja de conveniência, como o próprio nome sugere, existe para facilitar a vida das pessoas e atender até as necessidades mais inconvenientes.

Nesses minimercados localizados em postos de gasolina, estacionamentos e rodoviárias, é possível encontrar desde bebidas alcoólicas a produtos de higiene pessoal. A loja de conveniência está ali para salvar o consumidor que busca cigarros no meio da madrugada, gelo para festa no feriadão e macarrão instantâneo em noites de domingo.

Por funcionar em horários alternativos com a promessa de oferecer exatamente o que o cliente precisa num momento de desespero, muitos acreditam que a loja de conveniência se vende sozinha. No entanto, quem quer faturar muito não pode deixar de lado algumas estratégias.

Quer saber como tirar o máximo de proveito da sua loja de conveniência? Então vem com a gente!

Acabe com as filas

O pesadelo de qualquer pessoa que busca uma loja de conveniência é ter que passar um tempão naquelas filas que chegam a sair para fora do estabelecimento – um clássico das madrugadas. Além do tempo que se gasta no caixa, as filas prejudicam a experiência ao interditarem todo o espaço, atrapalhando a circulação eas vendas.

O primeiro passo para vender mais na conveniência é acabar com as filas. Como fazer isso? Para começar, o layout da loja precisa ser pensado de modo que a fila do caixa não se misture com os espaços de circulação entre as gôndolas. Demarcar uma área para a fila com placas ou faixas no chão é um jeito fácil e barato de resolver o problema.

Lojas de conveniência costumam ser pequenas, por isso nem sempre contratar mais funcionários para o caixa é a solução ideal. Investir em automação tem sido a aposta dos supermercados, mas se essa ainda não é sua realidade aposte em profissionais treinados e não deixe de lado soluções simples, mas eficazes, como pedir moedas aos clientes para facilitar o troco.

Invista no mix certo para a loja de conveniência

Refrigerador de loja de conveniência com diferentes latas e garrafas de bebida

Loja de conveniência não é sinônimo de minimercado. Mesmo que a ideia seja apostar em uma grande variedade de produtos para atender a diferentes necessidades, para vender mais na conveniência é preciso entender perfeitamente qual é o seu público e o que ele busca.

Uma pesquisa de mercado pode ser útil nesse momento: além de analisar o que as lojas de conveniência concorrentes oferecem, fique de olho nos outros estabelecimentos comerciais do bairro, veja o que cada um vende e qual é o perfil dos moradores da região. É nessa intersecção que estão os diferenciais que vão fazer seu estabelecimento se destacar.

Lembre-se que seu espaço é limitado e não compensa investir em produtos redundantes ou que terão pouca saída. O foco da loja de conveniência está em duas frentes básicas: o público da madrugada e as necessidades fundamentais.

Para o primeiro grupo, bebidas alcoólicas e cigarros serão seu carro-chefe. Salgadinhos, comida congelada e alimentos instantâneos podem transformar seu negócio no favorito da vizinhança e te fazer vender mais na conveniência. Ter um microondas à disposição e assentos pra quem quiser comer na hora conta muitos pontos nesse momento!

Nessas horas, vale um exercício de imaginação para pensar como o cliente. Se você estivesse saindo de uma festa no meio da noite sem nada na despensa de casa, o que você gostaria de encontrar na loja de conveniência do bairro? E num feriado?

O mesmo raciocínio vale para outros produtos básicos, principalmente os de higiene pessoal, como sabonetes, desodorantes, shampoo, condicionador, absorventes, papel higiênico e preservativos.

Capriche na exposição

Caixa da loja de conveniência com vários doces à disposição e dois funcionários.

Lojas de conveniência são estabelecimentos perfeitos para a famosa compra por impulso. Organize seus produtos de forma estratégica, com foco no apelo visual, e aumente seu ticket médio!

Sabe aqueles chocolates e balas que ficam no caixa e ninguém resiste? Eles estão nessa posição por um motivo. E aquela ilha cheia de salgadinhos bem do lado das geladeiras de bebidas? Ela também não está ali à toa.

Essas posições são as minas de ouro que vão te fazer vender mais na conveniência! E existem outras, você só precisa de um olhar crítico para a sua estrutura e o seu mix de produtos. E claro: medir tudo! As vendas aumentaram depois de uma arrumação? Lembre-se do que você fez e leve o padrão para as próximas mudanças!

Vender mais na conveniência é sinônimo de disponibilidade

Para fazer valer o título de loja de conveniência, seu estabelecimento precisa estar aberto nos dias e horários mais inconvenientes. O segredo de fidelização nesse segmento está em estabelecer uma relação de confiança com o seu público, que deve contar com seu negócio em todos os momentos.

Por isso, seu horário de funcionamento deve se estender muito além do horário comercial, abraçando inclusive o turno da madrugada. Domingos e feriados fazem toda a diferença para vender mais na conveniência, principalmente porque nessa hora você estará operando quase sem concorrência.

Fachada de loja de conveniência vista do lado de fora.

Como se preparar?

O principal desafio dessa operação é ter uma equipe capaz de contornar todos os desafios desse expediente alternativo, como o risco de assaltos e os clientes alcoolizados.

É necessário ter colaboradores treinados num esquema de “guerrilha”, diferente do padrão tradicional de bom atendimento. Jogo de cintura, paciência e bom senso são essenciais para vender mais na conveniência, já que pessoas alcoolizadas fazem parte do seu público alvo, e são consumidores que precisam ser bem atendidos.

Mas só essa conversa já dá outro texto, não acha? Vem com a gente saber mais sobre o que fazer naquelas situações em que o cliente nem sempre tem razão. Nos vemos lá!

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